Lima – Cusco – Machu Picchu
Além da Imaginação!
Estamos no Peru! A origem do nome Peru é controversa, com duas interpretações conflitantes. A primeira afirma que se trata de derivação do nome Birú, um importante chefe inca. Para a segunda, a mesma palavra significa também “terra de riqueza e esperança”.
E com a esperança em aprendermos mais sobre a nossa profissão, estamos em um país que possui facetas próprias: uma das melhores gastronomias do mundo, pouca chuva, história e arte junto a uma natureza que nos legou uma das construções tombadas como patrimônio mundial.
Lima, capital do Peru, está situada na árida costa do Pacífico do país. Com o seu centro colonial preservado, a cidade é uma metrópole movimentada e uma das maiores cidades da América do Sul. Nela, está localizada a coleção de arte pré-colombiana do Museu Larco e do Museo de la Nación, que traça a história das civilizações antigas do Peru. A Plaza de Armas e a catedral do século XVI são o coração do centro histórico de Lima.
Por ser uma cidade litorânea, em Lima você não terá nenhum problema com “mal da altitude”.
Lima tem bairros modernos, um shopping bem diferente, bairros boêmios, catacumbas, pirâmides seculares, uma rica e premiada gastronomia, museus que guardam relíquias históricas.
Após chegarmos e sermos conduzidos ao hotel pelo nosso receptivo especial, estaremos livres para iniciarmos o conhecimento da cidade. Quem sabe já de início, pelo bairro boêmio!
Barranco é conhecido como o bairro mais boêmio de Lima e é repleto de bares e restaurantes badalados, sendo uma ótima opção para a nossa primeira noite em Lima. E por que não em todas?
Mas a visita a Barranco durante o dia também é indicada. Além dos grafites espalhados por quase todos os muros e fachadas coloridas (instagramáveis…!), é lá que se encontra uma das pontes mais famosas da cidade: A Ponte dos Suspiros!
Além da localização pra lá de charmosa, existe uma lenda sobre a Ponte dos Suspiros: aqueles que fizerem um pedido e cruzarem a ponte prendendo a respiração vão conseguir realizar seu desejo.
Há outro local, que para uns pode ser comum: ir a um shopping! Mas aqui será diferente!
O Larcomar não é qualquer shopping! Além de possuir muitas lojas renomadas, o shopping possui uma arquitetura diferente e fica no coração do bairro de Miraflores.
O grande diferencial é a vista. E que vista! Construído a poucos metros do mar, sobre uma falésia, o shopping possui uma das melhores vistas da cidade. A praça de alimentação fica à céu aberto, e dá pra almoçar, jantar ou lanchar com vista para o Pacífico!
Tudo isso, poderá ser antecedido por uma outra vista maravilhosa. Afinal estamos próximos, em Mirafores, onde poderemos ver “este” pôr do sol.
E, a pé, caminhando e admirando o Pacífico, bem próximo do Shopping estaremos no Parque del Amor que fica no mesmo bairro de Miraflores, de frente para o mar.
O epicentro é a escultura de 12 metros de altura posicionada na área central do Parque: “El Beso“, ou em português, “O Beijo” de um casal apaixonado.
A grande escultura está cercada por canteiros floridos e frases românticas de poetas peruanos, cuidadosamente desenhadas com ladrilhos nos bancos ondulados espalhados no local. E aquele hábito turístico de colocar cadeados com o nome na ponte em Paris se espalhou por diversas cidades do mundo e chegou também aqui, no Parque del Amor.
Mas teremos 4 noites em Lima, e muito a conhecer. Entre uma palestra e outra, podemos dar uma “fugida estratégica” para conhecermos, um dos locais mais fantásticos de Lima e, que está no centro: o Circuito da Águas!
Localiza-se no Parque de La Reserva, e possui várias esculturas espalhadas pelo Parque, e o que chama a atenção é o Circuito Mágico Del Água, um complexo de 13 fontes ornamentais e interativas, que ganham ainda mais vida quando anoitece. E com muita tecnologia!
É um verdadeiro show de luzes e cores! Todas as noites, de terça à domingo, acontece um espetáculo belíssimo na Fonte da Fantasia, onde são projetadas diversas cores e imagens sobre a história peruana na nos jatos d’água e na névoa que se forma. O espetáculo acontece em três horários: 19:15h, 20:15 e 21h30.
Conheça tudo sobre, neste moderno site de apoio: https://www.circuitomagicodelagua.com.pe/
Lima, atualmente, é considerada a meca da gastronomia.
E, pense: se estamos na meca da gastronomia e, também em um local com muita história, que tal este local? HUACA PUCLLANA.
Pucllana é um local sagrado (huaca) constituído por uma pirâmide truncada de 25 metros de altura e um conjunto de pátios, praças e muros a nordeste. Possui um salão de exposições, circuito de visitas e outras atrações. Possui seis hectares, mas na década de quarenta do século XX a área era o triplo da atual; o abandono e o desinteresse no passado fizeram com que valiosas evidências e pirâmides menores fossem destruídas para a construção de casas, avenidas e parques.
Teremos a chance de jantar neste sítio arqueológico em pleno bairro de Miraflores. A ruína edificada e utilizada entre os anos 400 e 700 D.C., feita de barro e argamassa, contém restos de corpos sacrificados, principalmente de mulheres jovens em cerimônias de agradecimento à uma divindade que se acredita ter sido mulher e ligada ao mar, devido às cerâmicas e objetos ali encontrados. Parece assustador, mas o lugar é muito agradável e em Lima como “nunca chove”, o terraço é indicado.
Nunca chove em Lima?
Se iremos ao Peru logo dizem: “Nunca chove em Lima”. Será assim mesmo?
LIMA situa-se no grande deserto ao longo da costa do oceano Pacífico, na América do Sul —, uma região cujo clima é um dos mais atípicos do mundo. Essa faixa de terra árida vai do deserto Sechura, no extremo norte do Peru, até o deserto de Atacama, no Chile.
O deserto litorâneo fica entre os Andes e as águas azuis do oceano Pacífico. Olhando de longe, parece não haver nada no litoral a não ser colinas de pedra e areia — improdutivas, acidentadas e nos mais variados tons de bege e marrom. A erosão cobre as encostas das colinas com pedras marrons que, aos poucos, descem pelas vertentes em direção ao mar, às vezes com o auxílio de tremores de terra, muito frequentes na região.
Quando chegam à praia, as pedras são açoitadas pelas ondas do Pacífico, que vagarosamente as transformam em areia e, depois, pela ação dos ventos, em dunas em forma de crescente. Em certas áreas desse vasto deserto, não há registro de chuvas em 20 anos, o que o torna um dos locais mais secos na Terra.
O fato é que observando a cidade e sua arquitetura, logo se percebe que aqui chove muito pouco mesmo. As ruas não têm bueiros. Casas não têm calhas. Alguns estabelecimentos, como restaurantes, têm partes do teto ou das paredes abertas, o que seria inviável em uma cidade com chuvas fortes e ventos. É comum as garagens das casas não serem cobertas. Também não é preciso se preocupar em fechar janelas ou recolher roupa do varal antes de sair de casa. O tempo não vai mudar abruptamente.
Mas alguma chuva, rara, existe. Não é aquela chuva torrencial, nem chuva tropical. Trovão e relâmpago, nem pensar. É uma garoinha fina, mansinha, capaz de durar horas durante o inverno e molhar a conta-gotas ruas e quintais.
O inverno é cinzento, com neblina e garoa. O céu fica nublado de maio a novembro. As temperaturas no inverno não são tão baixas – entre 14ºC e 18ºC, em média. Mas a sensação de frio existe por causa da alta umidade relativa do ar, e um aquecedor é útil durante o inverno.
LIMA é história: O Centro Histórico de Lima, foi classificado pela Unesco como Patrimonio Mundial desde 1988. Embora seriamente danificada por terremotos, a “Cidade dos Reis” foi, até meados do século XVIII, a capital e mais importante cidade dos domínios espanhóis na América do Sul. Muito dos seus edifícios, como o Convento de São Francisco (o maior do seu tipo nesta parte do mundo), são o resultado da colaboração entre os nativos locais e os colonos do Velho Mundo. Por isso, o centro histórico de Lima é um dos mais procurados points de visita.
No centro as opções de visita e passeios de forma LIVRE, são:
- a Catedral de Lima e o Palácio do Governo
- a Basílica e Convento de San Francisco
- o Museu da Santa Inquisição
- o Parque La Muralla
- a Plaza Bolívar
- o Convento de Santo Domingo
- a Plaza San Martín.
Em Lima é possível fazer uma viagem no tempo: quem entra em alguma das várias igrejas da cidade é transportado para o período colonial, quando a atual capital do Peru era um dos centros administrativos mais importantes do Império Espanhol nas Américas. Não é preciso ser religioso para contemplar a beleza dos edifícios que se destacam pela arquitetura e pela riqueza histórica e cultural que abrigam em seu interior.
E, para quem gosta de algo incomum, o passeio pelas catacumbas do Mosteiro de São Francisco é um ótimo atrativo, com os ossos dos sacerdotes e ricos Limenhos de antigamente. Agora aberto à visitação, os ossos como antebraços, fêmures e crânios estão dispostos de forma organizada para torná-los um pouco mais agradável aos olhos dos visitantes.
E assim, conhecemos LIMA.
O Hotel escolhido, em Lima, é o Britania Miraflores e, conforme o período e a evolução de um grupo, a acomodação pode ocorrer em um hotel similar.
Após dias inesquecíveis, partiremos a Machu Picchu, com epicentro de viagem em CUZCO.
Com aéreo incluso. Lima/CUZCO, continuaremos nossa viagem.
Em CUZCO nos hospedaremos no Royal Inka e, a mesma observação em Lima, aqui também é válida e necessária: conforme o período e a evolução de um grupo, a acomodação pode ocorrer em um hotel similar.
Estamos em Cusco (ou Cuzco). Cusco, situada nos Andes peruanos, já foi capital do Império Inca e agora é conhecida por seus vestígios arqueológicos e sua arquitetura colonial espanhola. A Plaza de Armas é a praça central da cidade antiga, com arcadas, varandas esculpidas de madeira e ruínas de muralhas incas. O Convento de Santo Domingo, em estilo barroco, foi construído em cima do Templo do Sol inca (Coricancha) e tem vestígios arqueológicos da cantaria inca. É a cidade ideal para hospedar o turista que irá a Machu Picchu por um dia.
Cusco: tão antiga quanto fotogênica! Ou na linguagem de hoje: instagramável!
Como conta a antiga tradição inca, Cusco (ou Qosco, como se diz em Quéchua) é o umbigo do mundo, a cidade escolhida pelo deus Sol para ser a capital do Império Inca. Essa cidade que acumulava riquezas dos quatro cantos do Império Inca foi subjugada e se tornou depois a capital do império espanhol nas Américas.
Grandes templos incas convivendo com majestosas construções espanholas. A escola de arte cusqueña que esconde segredos da fé inca. Uma culinária que combina receitas dessas duas partes do mundo. Cusco é resultado dessa mistura de culturas, e por isso é um lugar único no mundo!
Uma atração para visitarmos dentro da cidade de Cusco é Qorikancha, o antigo templo do Sol, que foi transformado pelos espanhóis no Convento de Santo Domingo.
Em quéchua, Quri Kancha, “recinto de ouro” ou “templo dourado”, originalmente Inti Kancha, “templo do sol”), é uma obra da arquitetura Inca e um dos mais importantes complexos arqueológicos sagrados daquele povo. Feito de pedras polidas e encaixes harmoniosos, Coricancha foi construído pelo imperador inca Pachacuti, assim como muitas outras edificações de seu mandato, por motivo de uma vitória contra os chankas por volta de 1438.
E Cusco há passeios incomuns, os quais podem ser acrescentados, opcionalmente a pedido de um grupo. Mas para isso a recomendação é aumentar em 1 noite a estada em Cusco. Veja o porquê:
Um é o passeio às Montanhas coloridas, típico do local. É necessário um dia inteiro para isso. Para o passeio à Montanha Colorida, o grupo sai de Cusco muito cedo (4h30 da madrugada) e estará de volta às 18h.
Outro, é o passeio a Maras: Em Maras, além de visitar uma loja de artesanato no centro da cidade, você vai visitar as inacreditáveis Salineras de Maras, o lugar mais impressionante do passeio.
Este é um dos 4 lugares do mundo de onde se extrai o sal rosa. São milhares de pequenas piscinas, escavadas na montanha até perder de vista. A água extremamente salgada se acumula e evapora, o sal que sobra é extraído por famílias que vivem dessa renda (junto com o que conseguem com as visitas turísticas). Um lugar realmente impressionante para visitar nos arredores de Cusco! Os tours para Maras e Moray saem de Cusco mais ou menos às 8h, e voltam por cerca das 17h.
Nesta viagem, visitaremos Korikancha em Cusco e abdicaremos dos dois tours extras, por serem bem mais distante e demorados e no dia seguinte termos o esperado tour de dia inteiro a Machu Picchu, pelo Vale Sagrado no trem Vistadome, até Aguas Calientes, de onde seguiremos em ônibus, no trecho final, para Machu Picchu.
Ele tem janelas panorâmicas nas paredes e nos tetos dos vagões.
A distância da estação Poroy (Cusco) e Águas Calientes é de 65.8 quilômetros. A viagem dura 3 horas e 15 minutos, aproximadamente.
De lá será necessário pegar um ônibus até Machu Picchu (cerca de 20 minutos).
Na viagem de volta, há um desfile mostrando a coleção de alpaca. Os passageiros podem adquirir os produtos que quiserem. Além disso, há um show ao vivo inspirado na cultura dos Andes. Está incluso um lanche tradicional da região e bebidas não alcoólicas.
Machu Picchu é uma cidadela inca que fica no alto da Cordilheira dos Andes no Peru, acima do vale do rio Urubamba. Construída no século XV e posteriormente abandonada, ela é conhecida pelas sofisticadas muralhas de pedra contínuas, cujos imensos blocos foram unidos sem o uso de argamassa, pelas construções intrigantes que levam em conta o alinhamento dos astros e pelas vistas panorâmicas. A antiga utilidade dessas construções segue sendo um mistério.
Machu Picchu é simplesmente a atração número um do Peru – e talvez da própria América Andina. Desde que a descoberta científica da cidadela inca foi anunciada pelo historiador americano Hiram Bingham em 1911, sua complexa e misteriosa arquitetura encastelada, cravada em um cenário montanhoso dramático, vem atraindo turistas de todo o mundo.
Tanta popularidade levou o destino, uma das sete maravilhas do mundo, a sofrer com o turismo desenfreado e alguns dos preços mais altos do país. Mesmo assim, hordas de turistas desembarcam sem parar nessa antiga cidade inca de pedra, seja pela clássica Trilha Inca ou por trens vindos de Cusco. E motivos não faltam para tamanha determinação.
Machu Picchu, que em língua quéchua significa “montanha velha”. O local, foi declarado pela Unesco como Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade, está a 2.350 metros acima do nível do mar. Está a 112 km de Cusco e a 1.183 km de Lima.
DICA 1: Em 2019 foram estabelecidas novas regras de visitação em Machu Picchu. Os ingressos agora separam os grupos em 9 horários de entradas diferentes (das 6h às 14h, com um grupo a cada hora). As visitas terão duração máxima de quatro horas. Com a nova medida, os turistas são obrigados a visitar acompanhados de um guia turístico. Não podem fazê-lo sozinhos, por conta. Objetos como pau de selfie, tripé, mochilas muito grandes, sombrinhas, bebidas alcoólicas, carrinhos de bebê e drones passaram a ser proibidos no local. Viajar assessorado por um operador de turismo e/ou um agente de viagens é essencial para este destino!
DICA 2: Muitos visitantes quando vão a Cusco (localizada há 3400 metros acima do nível do mar) e a Machu Picchu costumam sofrer com o soroche, o dito “mal de altitude”. Entre os sintomas que a “doença” provoca, estão: náuseas, dores de cabeça, tontura, perda de apetite, insônia e falta de ar. A melhor estratégia para combater este mal estar é tomar muita água e não fazer muito esforço no dia em que chegar em Cusco. Machu Picchu está um pouco mais próxima do nível do mar então é bastante comum que, uma vez lá, os sintomas diminuam e até desapareçam. Leve a sério o soroche quando chegar em Cusco, não é incomum ver turistas nocauteados. Comer bem, evitar gorduras e recorrer ao chá de coca podem ajudar.
DICA 3: É exigida apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou profilaxia contra a febre amarela. Aconselha-se a vacinação com uma antecedência mínima de dez dias antes da partida.
DICA 4: A moeda oficial do Peru é o Nuevo Sol (S/.). A cotação, ainda que haja variações, atualmente está na média de 1 Real = 0,8 Nuevo Sol. O atendimento dos principais bancos do Peru é normalmente feito de segunda a sexta das 09 às 18 horas. Por ser um país que recebe muitos turistas não será difícil trocar dinheiro. É importante estar sempre atento, pois há muitos cambistas nas ruas, onde a conversão não tem boas taxas e existe o risco de notas falsas.
DICA 5: A corrente elétrica do Peru é 220V, com exceção a Arequipa, uma extensão à Machu Picchu, onde as tomadas trabalham em 110V.
DICA 6: Para entrar no Peru, não é preciso visto ou passaporte. O brasileiro que for ao país em viagem de turismo pode entrar apenas portando RG, desde que esteja em boas condições e tenham menos de 10 anos de emissão. Sugerimos que o passageiro leve algumas cópias do passaporte ou RG, para evitar contratempos e não precisar carregar o documento original para todos os lados. Confira a data de emissão do RG!
Após a visita a Machu Picchu retornaremos a Cusco. No Trem Vistadome passaremos por campos, vales de uma beleza sem igual, montanhas que compõem o cenário bastante verde e seguiremos junto com o rio. É uma ótima oportunidade para nos despedirmos das paisagens andinas.
Como não é um trem bala, ele segue num ritmo gostoso, para proporcionar um belo passeio na região, e consegue-se admirar com calma toda a paisagem, e fotografar. Além disso, a música ambiente é típica andina, tornando a viagem ainda mais agradável.
Em Cusco descansaremos em nosso hotel, e a noite, que será nossa última noite no Peru, poderemos aproveitar a culinária peruana, atualmente em destaque mundial.
Como sugestão você poderá escolher entre vários locais, os seguintes:
INCANTO: Próximo à Praça de Armas é um dos melhores da cidade. Bom para ir jantar. E entre variedades também serve pizza (para quem estiver com saudade). E tomar um PISCO é tradição!
Pisco é o nome de duas variedades diferentes de aguardente de uva, produzidas respectivamente no Peru e Chile. Ambas as variedades se baseiam fundamentalmente na destilação do mosto.
Pisco (“Pisko”) é um nome quechua que significa “ave”. Existe uma diferença histórica entre o Peru e o Chile sobre a exclusividade de se usar o nome “pisco”. Enquanto o Peru defende que “pisco” é uma denominação de origem (similar a Champagne, por exemplo) e que somente pode usar o termo “pisco” aquele produzido no Peru, o Chile defende que “pisco” é um nome genérico (como vinho ou uísque).
La Bodega 138: Com cardápio para todos os gostos: massas, pizzas, peixes, carnes, etc. O ambiente é aconchegante. À noite fica lotado e no almoço é bem agradável. Clima bom, luz baixa e ambiente pequeno. Para grupos recomenda0-se reservar pois o espaço pode, inclusive, não comportar a todos.
Há pratos que são típicos e o bom viajante não poder perder oportunidade de conhecê-los.
Chicha morada: É um suco delicioso proveniente desse milho roxo peruano. Tem que provar.
Lomo saltado: É o prato mais típico de todos. A mistura de carne com um molho especial + cebola e pimentão deixa o prato delicioso. Você tem que provar!
Pratos de quinua: A quinua é um grão típico da região. E, aqui, encontraremos quinua de tudo que é jeito: risoto, salada, bolo, cerveja, pudim, etc.
Inca Cola: É um clássico peruano. É a coca-cola peruana, com gosto de chiclete e cor não muito atraente aos olhos. Não custa experimentar!!!
Cusqueña: Na hora de escolher a cerveja, prove a Cusqueña – a cerveja de Cusco.
Ceviche: Este não poderia faltar. Tanto em Lima (melhor) quanto em Cusco. A história do ceviche tem mais de uma versão. As controvérsias começam ainda na grafia, já que o prato pode ser chamado de ceviche, cebiche ou cerviche. O nome teria sido originado da palavra quíchua siwichi, usada pelas civilizações nativas para se referir ao peixe fresco. Outra versão diz que vem do termo árabe Sibesh, cujo significado é “comida ácida”. A teoria é a de que o ceviche teria sido aprimorado por mulheres mouras trazidas da Espanha ao Peru por Francisco Pizarro durante o período da colonização europeia.
Mas para os peruanos vale esta: Os Incas e o Povo Mochica, ambos naturais do atual Peru, teriam criado há mais de 4000 anos uma receita que utilizava Chica, uma bebida feita a partir de milho fermentado, com adição da pimenta aji e do peixe. Similar ao maracujá, a fruta nativa tumbo teria sido usada na época para adicionar acidez ao prato.
O limão teria substituído a fruta na receita a partir do século XVI, com a chegada dos europeus às Américas. Mais, independente da exata origem do ceviche, o certo é que o prato se popularizou pelo continente americano, sendo hoje uma das iguarias mais apreciadas pelo planeta.
E, após uma semana de um encontro com novidades e novos conhecimentos, de um encontro com a natureza, com a história, os mistérios incas e muita gastronomia, é hora de retornar ao Brasil.
O faremos saindo de Cusco, com conexão em Lima. O Aeroporto de Cusco: Aeroporto Internacional Alejandro Velasco Astete, está a apenas 5,5 km do centro.
DICA 7 – IMPORTANTE: o aeroporto de Cusco, cercado por montanhas, é um dos mais desafiadores e ingratos para os pilotos da aviação comercial e, não raro, pode fechar devido ao mau tempo. Se você comprar o trecho Cusco – Lima separado do trecho de Lima – Brasil na esperança de retornar para a sua cidade no mesmo dia, saiba que há grandes chances de o voo que parte Cusco atrasar ou mesmo ser cancelado devido às intempéries. Caso isso aconteça, será preciso arcar com multas (regras aeroviárias) ou até com uma nova passagem para o Brasil. Comprar o bilhete Cusco – Brasil na mesma reserva livra você dessa dor de cabeça porque dessa forma a cia aérea é obrigada realocar o passageiro no próximo voo em caso de atrasos. Por isso, neste grupo, este trecho está incluso no bilhete original.
Viajar assessorado por um operador de turismo e/ou um agente de viagens é essencial para este destino!
Unir estudo, novos conhecimentos profissionais e TURISMO é, de fato, unirmos o útil ao agradável.
Em atendimento a Lei Geral do Turismo, realizamos vendas exclusivamente por meio de Agentes de Viagens credenciados, com CNPJ.
Consulte o seu Agente Pessoal de Viagens!
Bom retorno! Nos veremos em nossa próxima aventura!